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Maringá
Câmara analisa projeto de telemedicina veterinária para tutores de baixa renda
Cidade por Portal GMC Online em 18/03/2025 - 15:49A Câmara Municipal de Maringá está analisando um projeto de lei que visa oferecer serviços de telemedicina veterinária a tutores de animais de baixa renda na cidade. O “Programa Municipal de Telemedicina Veterinária”, previsto no texto Nº 17324/2025, foi protocolado pelo vereador Flávio Mantovani (PSD) no dia 8 de março e ainda aguarda parecer das Comissões Permanentes antes de seguir para votação.
De acordo com o projeto, o programa seria desenvolvido e gerido pela Prefeitura de Maringá, podendo contar com o credenciamento de prestadores de serviços autorizados ou parcerias com instituições de ensino, conselhos profissionais, ONGs e entidades privadas. O objetivo é garantir a participação de médicos veterinários no atendimento de animais.
O programa se destinaria preferencialmente a tutores de animais em situação de vulnerabilidade socioeconômica, bem como a Organizações Não-Governamentais (ONGs) que cuidam de animais abandonados. A Prefeitura também será responsável por estabelecer os critérios para a utilização do serviço.
Em entrevista ao GMC Online, o vereador Flávio Mantovani destacou a importância do projeto, mas afirmou que ainda está em fase de discussão e aprimoramento. “O projeto ainda não está finalizado, e precisamos escutar diferentes entidades, como o pessoal do Bem-Estar Animal e a Secretaria de Meio Ambiente. Muitas secretarias e conselhos externos devem ser ouvidos para que possamos avançar com o texto”, explicou. [ouça áudio]
PEm entrevista ao GMC Online, o vereador Flávio Mantovani destacou a importância do projeto, mas afirmou que ainda está em fase de discussão e aprimoramento. “O projeto ainda não está finalizado, e precisamos escutar diferentes entidades, como o pessoal do Bem-Estar Animal e a Secretaria de Meio Ambiente. Muitas secretarias e conselhos externos devem ser ouvidos para que possamos avançar com o texto”, explicou.
Ele ainda mencionou que a ideia do projeto surgiu a partir de conversas informais, como atendimentos que já acontecem através de plataformas de comunicação, como o WhatsApp, entre tutores e profissionais. “Queremos iniciar o debate sobre o assunto, pois quanto antes começarmos a estudar a viabilidade dessa iniciativa, mais rápido poderemos torná-la uma realidade em Maringá”, concluiu Mantovani.
O projeto ainda passará por mais etapas de discussão e avaliação antes de ser submetido à votação na Câmara Municipal.
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