Mobilidade urbana
Três alternativas para congestionamentos na Avenida São Paulo
Avenida Colombo
A velocidade máxima permitida na Avenida Colombo em Maringá é de 60km/h. A prefeitura quer voltar a fiscalizar o trecho urbano da BR 376 e para isso realizou no ano passado uma medição da velocidade no local. O objetivo era elaborar um estudo técnico para justificar a fiscalização eletrônica. Os agentes da Semob conferiram, com radares móveis, a velocidade em três pontos da Colombo, no Jardim Internorte, na zona 7 e no Jardim Olímpico. No Internorte, a fiscalização foi entre 10h30 e 10h50. Na faixa 1, sentido leste-oeste, a velocidade média chegou a 83km/h. Na faixa 2, no mesmo sentido 87km/h. No sentido oposto, 84,9km/h na faixa 1 e 85,8 na faixa 2. A média ficou em 85,4 km/h, a maior de todas. Na zona 7 a média geral foi 81km/h entre 11h10 e 12h. E no Jardim Olímpico, entre 9h e 9h10, a velocidade média foi de 82,7km/h. O estudo técnico acabou não sendo concluído porque o convênio entre União, Estado e Município ainda não foi concluído. O convênio permitirá ao município fiscalizar e multar infratores na Colombo. Hoje a responsabilidade de fiscalizar é da Polícia Rodoviária Federal, que só o faz com radares móveis. A prefeitura pretende retomar a fiscalização por radar fixo. Em nota o Denite informou que “ a transferência do trecho em questão continua sendo sim de interesse do DNIT, entretanto este Departamento somente poderá efetivar as providências para transferência após o Governo do Estado do Paraná interagir com a União por intermédio do MTPA (Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil), e retirarem esse trecho do Convênio de Delegação nº 003/1996. Enquanto a Av. Colombo (BR-376) no segmento em tela estiver DELEGADO ao Estado, o DNIT não pode transferi-lo por doação ao município, pois não é rodovia administrada pela Autarquia”. A reportagem da CBN vai entrar em contato com a Governo do Paraná para saber como está o processo. Confira reportagem no CBN Maringá 1ª Edição dessa terça-feira (8). Avenida Colombo
Em levantamento da Semob, velocidade média fica entre 81 e 85 km/h. A velocidade máxima permitida na Avenida Colombo em Maringá é de 60km/h. A prefeitura quer voltar a fiscalizar o trecho urbano da BR 376 e para isso realizou no ano passado uma medição da velocidade no local. O objetivo era elaborar um estudo técnico para justificar a fiscalização eletrônica. Os agentes da Semob conferiram, com radares móveis, a velocidade em três pontos da Colombo, no Jardim Internorte, na zona 7 e no Jardim Olímpico. No Internorte, a fiscalização foi entre 10h30 e 10h50. Na faixa 1, sentido leste-oeste, a velocidade média chegou a 83km/h. Na faixa 2, no mesmo sentido 87km/h. No sentido oposto, 84,9km/h na faixa 1 e 85,8 na faixa 2. A média ficou em 85,4 km/h, a maior de todas. Na zona 7 a média geral foi 81km/h entre 11h10 e 12h. E no Jardim Olímpico, entre 9h e 9h10, a velocidade média foi de 82,7km/h. O estudo técnico acabou não sendo concluído porque o convênio entre União, Estado e Município ainda não foi concluído. O convênio permitirá ao município fiscalizar e multar infratores na Colombo. Hoje a responsabilidade de fiscalizar é da Polícia Rodoviária Federal, que só o faz com radares móveis. A prefeitura pretende retomar a fiscalização por radar fixo. Em nota o Denite informou que “ a transferência do trecho em questão continua sendo sim de interesse do DNIT, entretanto este Departamento somente poderá efetivar as providências para transferência após o Governo do Estado do Paraná interagir com a União por intermédio do MTPA (Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil), e retirarem esse trecho do Convênio de Delegação nº 003/1996. Enquanto a Av. Colombo (BR-376) no segmento em tela estiver DELEGADO ao Estado, o DNIT não pode transferi-lo por doação ao município, pois não é rodovia administrada pela Autarquia”. A reportagem da CBN vai entrar em contato com o Governo do Paraná para saber como está o processo. Confira reportagem no CBN Maringá 1ª Edição dessa terça-feira (8).
Ouça: Convênio entre União e município para fiscalização eletrônica volta à estaca zero.
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