
Ética na Gestão Pública: Entre a lei e a cultura do patrimonialismo
Ética na Gestão Pública: Entre a lei e a cultura do patrimonialismo
Opinião
Velhos ditados
Cair no engodo, comprar gato por lebre, beleza não põe mesa, lobo vestido em pele de cordeiro. Todas estas afirmações você já deve ter ouvido. É a tal história, nem tudo é o que parece.
Platão, filósofo grego, considerava que vivemos no mundo da aparência e devemos buscar a essência. Para ele, a verdade não está naquilo que vemos e vivemos, no que sentimos, mas na essência que está por detrás desta percepção imediata.
Por isso, também lembrando Platão, muita gente tem na nossa frente um comportamento e por trás outro. Olha, me lembrei de outra frase, “coisa para inglês ver” ou “quem não te conhece que te compra”.
O que os olhos não veem o coração não sente
Em uma de suas parábolas, Platão falava do pastor, Giges, que encontrou um anel nas mãos de um morto, roubou e descobriu que o objeto tinha poderes mágicos, deixando invisível que o usasse.
Giges era uma pessoa humilde, simples, mas, com o poder do anel, se transformou no homem mais poderoso de sua cidade.
A lógica era simples, quando ele virava o anel no dedo, ficava invisível. Logo, quando fazia o bem, ficava as vistas de todos, mas, quando a intenção era o mal, ele utilizava a invisibilidade para roubar, matar, espiar, agredir.
Logo, Será que todos os seres humanos que aparentam bondade são realmente bons? Quantos não são como Giges, mesmo que sem o anel.
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