Trabalhadores remotos: como não ficar “invisível” para promoções
No Brasil, embora existam menos estudos específicos sobre proximity bias (o viés de favorecer quem trabalha presencialmente), há indícios de que há preocupação entre trabalhadores remotos com impactos na carreira. Por exemplo, 70% dos profissionais da geração Z acreditam que o home office pode impactar negativamente seu crescimento profissional, principalmente por não terem contato presencial com líderes e colegas experientes. Eles apontam que a falta de convívio direto limita o aprendizado de habilidades comportamentais (“soft skills”) e reduz oportunidades de visibilidade. Ylana Miller, especialista em liderança, explica de que forma líderes e gestores podem equilibrar a importância da convivência presencial com a necessidade de valorizar igualmente os profissionais que atuam a distância?