Atualmente, a Prefeitura de Maringá repassa R$ 7,7 milhões à TCCC para o passe do estudante. É como se a passagem ficasse em R$ 1,95. Com o reajuste, via para R$ 2,15, e aí o subsídio vai para R$ 7,8 milhões por ano.
A TCCC pedia 30% de reajuste, o que levaria a passagem a ficar acima de R$ 5 no cartão Passe Fácil e de R$ 6 no avulso. Com a decisão da Prefeitura, o embate entre gestão e TCCC tem mais um capítulo. Desde o início do Governo, Ulisses Maia tem adiado os reajustes pedidos e, quando dá, fica abaixo do que a empresa quer.
Por esse motivo, há uma ação na Justiça, movida pela Transporte Coletivo Cidade Canção. A empresa afirmou ter tido prejuízos de R$ 35 milhões nos últimos anos por conta dos atrasos nos reajustes tarifários e porque estavam abaixo do necessário. O município já disse que não vai pagar esse valor.
A CBN procurou a TCCC. O diretor da empresa, Roberto Jacomelli, informou que estava em reunião e que só havia ficado sabendo da decisão por conta da CBN Maringá. A reportagem solicitou uma entrevista, mas ele não respondeu até o fechamento da reportagem.